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A capsulite adesiva, conhecida popularmente como “ombro congelado”, ocorre quando a cápsula que envolve a articulação do ombro, um tecido normalmente flexível, passa por um processo inflamatório e se torna grossa e rígida
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“É como se essa cápsula estivesse toda retraída. Por isso, o ombro vai perdendo o movimento e restringindo a mobilidade”, explica o ortopedista Sandro da Silva Reginaldo, especialista em ombro, do Einstein Hospital Israelita em Goiânia
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Embora possa afetar qualquer pessoa, aparece com mais frequência em mulheres entre 40 e 60 anos, justamente a faixa etária da transição menopausal. Por isso, cientistas investigam se as mudanças hormonais típicas dessa fase da vida podem ter participação direta no problema
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Diversos estudos sugerem uma conexão biológica plausível entre menopausa e capsulite adesiva. A principal suspeita envolve o estrogênio: durante a menopausa, os níveis desse hormônio caem de forma acentuada, o que pode desencadear uma série de efeitos nos tecidos do corpo
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Pesquisas indicam que a deficiência de estrogênio pode aumentar citocinas inflamatórias, estimular a atividade de fibroblastos (células que produzem tecido fibroso) e favorecer o espessamento da cápsula do ombro
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Além disso, a queda hormonal também pode reduzir o líquido sinovial, responsável por lubrificar as articulações, contribuindo para dor e rigidez
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Ainda assim, os especialistas mantêm cautela. “Acredita-se que alterações hormonais possam influenciar na fisiopatologia da capsulite, mas ainda não há comprovação direta dessa relação”, frisa Sandro Reginaldo
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