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Uma queda da própria altura, um punho quebrado, uma vértebra que perde altura. Não se deve atribuir tudo ao azar ou à idade: uma fratura após trauma pequeno pode revelar fragilidade e aumenta o risco de outra
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A queda do estrogênio na transição menopausal acelera a perda óssea, mas osteoporose não é consequência inevitável de completar 40, 45 ou 50 anos. Menopausa precoce, baixo peso, corticoides e doenças hormonais ou de má absorção podem antecipar a fragilidade. Homens também adoecem
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Após a menopausa e em homens a partir dos 50 anos, a densitometria utiliza o T-score, que compara a densidade com a de adultos jovens. Valores iguais ou superiores a -1 são considerados normais; abaixo de -1 e acima de -2,5 indicam osteopenia
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Uma pessoa com osteopenia pode ter risco alto por causa de fraturas anteriores, idade ou outras condições. Uma fratura de quadril ou vertebral por fragilidade pode justificar tratamento mesmo sem um T-score na faixa de osteoporose
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Uma densitometria adequada pode estabelecer o diagnóstico: não é preciso esperar vários exames para agir. No acompanhamento, porém, as medidas devem ser comparáveis, preferencialmente no mesmo aparelho e serviço
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Proibir musculação de toda pessoa com osteoporose é um equívoco. A contração muscular e a carga estimulam o osso; exercícios resistidos ajudam a preservar força e densidade. Treinar equilíbrio reduz o risco de quedas
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O impacto também pode beneficiar o osso. Estudos com mulheres pós-menopausa e baixa massa óssea mostraram ganhos de densidade e função com exercícios resistidos intensos e impacto supervisionados
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O tratamento começa pela avaliação do risco: fraturas anteriores, densitometria, idade, quedas, doenças e medicamentos em uso. O médico investiga causas da perda óssea e verifica fatores como função renal, cálcio e vitamina D
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Para pacientes de risco muito alto, como aqueles com fraturas vertebrais recentes ou múltiplas, pode ser melhor começar pela formação óssea e depois usar um antirreabsortivo para preservar os ganhos
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Uma revisão de 2026 voltada às subespecialidades ortopédicas reuniu estudos que, em geral, mostraram maiores ganhos de densidade e maior redução do risco de fraturas com essa sequência. Não é uma regra para todos
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