Pesquisa da USP aponta que estimulação cognitiva melhora memória de idosos

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Um estudo conduzido por pesquisadores do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo identificou benefícios importantes durante um programa brasileiro de estimulação cognitiva em idosos escolarizados sem comprometimento cognitivo

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O trabalho foi publicado na revista científica International Psychogeriatrics e é considerado o primeiro ensaio clínico randomizado de longa duração sobre estimulação cognitiva realizado no Brasil com idosos saudáveis

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De acordo com os pesquisadores, os participantes do método chamado Supera, que seguiram o protocolo, apresentaram redução de 60% nas queixas cognitivas, melhora aproximada de 45% na memória ao longo de um ano, considerando funções executivas e cognição geral

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A gerontóloga Thais Bento, autora principal do estudo e pesquisadora do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, afirma que os resultados indicam impactos positivos amplos na vida dos participantes

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Segundo ela, os dados demonstram que idosos que participam das atividades com o método apresentam vantagens significativas para a qualidade de vida de forma geral

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Os resultados também indicaram benefícios além da memória. Houve melhora em habilidades relacionadas às chamadas funções executivas, como planejamento, organização, tomada de decisões, estruturação do pensamento e fluidez na comunicação

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Os autores destacam que a estimulação cognitiva pode contribuir para a saúde mental, para a preservação da autonomia e para a promoção de um envelhecimento mais saudável, funcionando como uma estratégia preventiva não farmacológica

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