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Uma pesquisa conduzida pela farmacêutica Libbs, com apoio da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), investigou como as brasileiras buscam informações, quais fatores influenciam suas decisões e quais as dúvidas sobre método contraceptivo
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O estudo foi desenvolvido em um contexto de ampla circulação de conteúdos sobre contracepção na internet, especialmente nas redes sociais. Segundo os dados, 58% das entrevistadas procuram informações nesses ambientes antes de conversar com um profissional de saúde
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Apesar disso, 70% afirmam confiar mais nos profissionais da área do que em outras fontes de informação
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Os resultados também revelam uma diferença entre a percepção de eficácia e a confiança nos métodos contraceptivos. Embora 92% das participantes considerem a pílula anticoncepcional eficaz para prevenir a gravidez, apenas 18% dizem confiar no método
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Entre as principais preocupações estão os possíveis efeitos dos hormônios no organismo. De acordo com a pesquisa, 74% das mulheres têm medo dos efeitos colaterais da pílula e 59% acreditam que os hormônios podem desregular o corpo
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Além disso, 45% consideram necessário interromper o uso do medicamento para o organismo descansar, enquanto 22% associam o contraceptivo à infertilidade permanente
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O levantamento identificou ainda que seis em cada dez entrevistadas acreditam em pelo menos uma informação falsa sobre contracepção, incluindo afirmações relacionadas a ganho de peso, infertilidade e câncer
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Segundo a Febrasgo, a escolha do método deve considerar o histórico de saúde, as necessidades, a rotina e os planos reprodutivos de cada mulher. A entidade defende que a orientação seja individualizada, com espaço para esclarecer dúvidas e discutir benefícios e riscos
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