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Pesquisadores da Universidade de São Paulo descobriram que ondas de ultrassom de alta frequência podem inativar vírus sem prejudicar células humanas
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O mecanismo envolve a ressonância acústica, que altera a estrutura dos vírus até causar sua ruptura
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Esse processo danifica o envelope viral, impedindo que o patógeno infecte novas células
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A técnica se mostra promissora por ser seletiva, não gerar resíduos e não favorecer resistência viral
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O efeito ocorre devido à geometria dos vírus, que absorvem a energia sonora e sofrem vibrações internas destrutivas
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Embora ainda em fase experimental, a descoberta abre caminho para novas abordagens no tratamento de infecções virais
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