Poluição e queimadas agravam doenças respiratórias; veja como se proteger

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Uma das consequências da crise climática é o crescimento de doenças respiratórias decorrentes das queimadas, ar seco e poluição atmosférica

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Um estudo da Fiocruz em parceria com o WWF-Brasil sobre a Amazônia mostrou que queimadas aumentaram os percentuais de internações por doenças respiratórias e que, em áreas mais afetadas pelo fogo, o número de crianças internadas chegou a dobrar

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Em outra análise, publicada na revista Nature Communications, pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV) estimaram que a exposição à fumaça de queimadas pode elevar em até 23% a chance de o brasileiro desenvolver doenças respiratórias

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Mesmo com o governo registrando, em agosto de 2025, o menor número de queimadas da série histórica, o Inpe mostrou que os focos continuaram concentrados no Cerrado e a sazonalidade permanece, com o fogo aparecendo no auge dos períodos de seca

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Como se proteger? Para se proteger do ar seco, da poluição do ar e da fumaça de queimadas, medidas simples podem ser úteis, a começar pelo ambiente doméstico: fechar janelas nas horas em que houver fumaça intensa e ventilar a casa nos momentos com menor concentração de poluentes

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Manter o ambiente limpo e úmido também é uma medida recomendada tanto para evitar a secura como para reduzir o acúmulo de fuligem. Outra orientação é moderar no uso de ar-condicionado, pois esses aparelhos ressecam ainda mais o ar

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A hidratação é fundamental, principalmente durante a prática de atividade física. A recomendação é de, no mínimo, 35 ml de água por quilo de peso corporal por dia para garantir uma boa hidratação

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