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Para quem corre poucos momentos parecem tão simples quanto colocar um pé na frente do outro
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Mas, por trás desse gesto repetido milhares de vezes, existe um sistema complexo de transferência de força, absorção de impacto, alinhamento postural e controle fino de movimento
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E, surpreendentemente, a região que comanda tudo isso não fica nas pernas, mas no centro do tronco
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Cada passada depende de uma engrenagem biomecânica que começa no core, um conjunto de músculos profundos que estabiliza o corpo antes mesmo de a perna tocar o chão
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É ele que mantém a pelve alinhada, protege a coluna, controla rotações indesejadas e evita que o corredor “desmonte” à medida que a fadiga chega
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Apesar disso, muitos atletas ainda tratam o core como sinônimo de “abdômen trincado”, quando, na verdade, ele é um sistema que influencia diretamente o desempenho e a saúde do corredor
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Esse papel central ficou ainda mais evidente em uma revisão científica realizada na Universidade Federal de Viçosa (UFV), que analisou 30 estudos sobre core, lesões e desempenho esportivo
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A pesquisa reúne evidências importantes de que o core funciona como o centro de gravidade do corpo, contribui de maneira decisiva para a prevenção de lesões e influencia a eficiência na corrida
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