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Presentes nas prateleiras há mais de duas décadas, as versões sem açúcar dos refrigerantes seguem envoltas em dúvidas, desinformações e polêmicas
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Embora populares entre quem busca reduzir a ingestão calórica, a ideia de que essas bebidas são completamente inofensivas — e até aliadas do emagrecimento — tem sido cada vez mais contestada por especialistas e pesquisas científicas
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Um estudo apresentado em outubro na Semana Europeia de Gastroenterologia apontou que o consumo de bebidas adoçadas artificialmente, como refrigerantes zero, pode aumentar em 60% o risco de desenvolver gordura no fígado (esteatose hepática)
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Segundo a pesquisa, a ingestão desse tipo de produto pode levar a uma disfunção metabólica no organismo ao ocasionar picos de glicose e insulina, comprometendo a saúde do órgão
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E o fígado não é o único que pode sofrer. O consumo frequente dessas bebidas vem sendo relacionado a uma série de outros possíveis prejuízos ao organismo
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Entre os principais problemas está o impacto de adoçantes no comportamento alimentar
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Por manterem o paladar condicionado ao sabor doce, podem estimular a chamada “compensação calórica”, ou seja, a pessoa acaba consumindo mais calorias em outras refeições, dificultando o processo de mudança de hábitos
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