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A relação entre mente e corpo nunca foi tão discutida quanto nos últimos anos, e a cardiologia passou a olhar com mais atenção para um fator que antes era subestimado: a saúde mental como determinante direto da pressão arterial
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Estudos publicados no Journal of the American Heart Association e revisões recentes apontam que ansiedade e depressão estão associadas a maior risco de desenvolver hipertensão. Esse impacto não é apenas comportamental – ele envolve mecanismos fisiológicos reais
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Quando uma pessoa está sob estresse, o organismo ativa sistemas de resposta que aumentam a frequência cardíaca, contraem os vasos sanguíneos e elevam a pressão arterial. Esse mecanismo é natural e útil em situações pontuais
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O problema surge quando esse estado se torna constante. O estresse crônico mantém o corpo em alerta permanente, com liberação contínua de hormônios como cortisol e adrenalina
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Com o tempo, isso favorece o aumento sustentado da pressão, inflamação vascular e maior sobrecarga do sistema cardiovascular. Além disso, distúrbios do sono – frequentemente associados à ansiedade – também contribuem para esse processo
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Apesar das evidências, a saúde mental ainda é pouco considerada no manejo da hipertensão. Na prática clínica, o foco costuma recair sobre alimentação, peso, sedentarismo e genética – fatores importantes, mas não exclusivos
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Cuidar da mente também faz parte do tratamento Melhorar a qualidade do sono, reduzir níveis de estresse, organizar a rotina e buscar equilíbrio entre vida pessoal e profissional são medidas que ajudam o organismo ao sair do estado de alerta constante
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