Sedentarismo eleva carga de estresse na meia-idade, aponta pesquisa

Darina Belonogova/Pexels

Muita gente adia a prática de atividade física por falta de tempo ou prioridade. Mas evidências científicas indicam que essa escolha pode ter consequências além do ganho de peso ou da perda de condicionamento

www.kaboompics.com/Pexels

Um estudo finlandês publicado na revista Psychoneuroendocrinology mostra que, após os 30 anos, o sedentarismo desencadeia uma série de alterações biológicas que, décadas depois, tendem a se acumular

cottonbro studio/Pexels

A partir dos 50, esse processo pode manter o organismo em um estado persistente de ativação dos mecanismos de estresse, aumentando o desgaste do corpo e o risco cardiovascular na meia-idade

www.kaboompics.com/Pexels

A carga alostática, ou seja, o desgaste acumulado do sistema nervoso pela ativação constante dos mecanismos de estresse, foi 17% maior no grupo que não praticava atividades físicas ou que tinha diminuído a frequência entre os 31 e os 46 anos de idade

Mikhail Nilov/Pexels

O estudo acompanhou 3,3 mil adultos por 15 anos. Os investigadores consideraram sedentários aqueles que faziam menos de 150 minutos de exercício moderado a vigoroso por semana

Anna Shvets/Pexels

Mais da metade dos participantes (1,8 mil voluntários) não atingiu o nível de atividade recomendado em nenhum dos momentos de avaliação e foi classificada como “inativa estável”. Esses foram os que apresentaram maior nível de marcadores biológicos de estresse na meia-idade

Los Muertos Crew/Pexels

O impacto do estresse no sistema cardiovascular observado na pesquisa é uma via de mão dupla: por um lado, agrava o mau funcionamento do coração; por outro, essa disfunção do sistema circulatório também pode levar ao aumento dos marcadores biológicos do estresse

Robina Weermeijer/Unsplash