Freepik
Dados do Ministério da Saúde, divulgados em outubro de 2025, mostram que a sífilis continua em ritmo acelerado de crescimento no Brasil, acompanhando uma tendência mundial
Tima Miroshnichenko/Pexels
A situação é mais grave entre as gestantes: entre 2005 e junho de 2025, o país registrou 810.246 casos de sífilis em gestantes, com 45,7% dos diagnósticos na região Sudeste
Karola G/Pexels
A taxa nacional de detecção alcançou 35,4 casos por mil nascidos vivos em 2024, o que revela o avanço da transmissão vertical, quando a infecção passa da mãe para o bebê
Jonathan Borba/Pexels
Apesar de ser uma doença mais fácil de diagnosticar, rastrear e barato de tratar em relação ao HIV, por exemplo, ainda não conseguimos o enfrentamento adequado para a redução significativa
Pexels
A ginecologista Helaine Maria Besteti Pires Mayer Milanez apontou que a população da área da saúde subdiagnostica a infecção. O exame que se realiza para fazer a identificação da sífilis através do sangue é o VDRL
Pexels
A população que mais se infecta agora por sífilis e HIV no Brasil é a situada entre 15 e 25 anos e também a terceira idade. Um problema sério no Brasil é que a maioria das mulheres grávidas, mais de 80%, não tem sintoma da doença durante a gestação
Thirdman/Pexels