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O som agudo da maquininha, o cheiro característico do consultório e a expectativa da anestesia são gatilhos para muita gente que tem medo de ir ao dentista. A boa notícia é que casos como esses tendem a diminuir
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A mudança começa já na infância: nos primeiros contatos com o dentista, muitas crianças encontram hoje ambientes mais acolhedores, pensados justamente para evitar a chamada “odontofobia”
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“Nesses casos, elaboramos uma abordagem adaptada a essa faixa etária. Usamos técnicas como explicar e demonstrar exatamente o que será feito, usando linguagem lúdica com atitude acolhedora, criando uma vivência positiva”, relata a cirurgiã-dentista Mariana Henriques Ferreira
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Entre os adultos, é mais comum que o especialista se concentre em ouvir suas queixas e explique como será o procedimento
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“Além disso, hoje temos recursos e equipamentos muito mais modernos e menos invasivos, como o uso da laserterapia de baixa potência antes da anestesia injetável, o que faz com que o tratamento seja muito menos desconfortável”, afirma a cirurgiã-dentista Letícia Mello Bezinelli
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Outro avanço é a microabrasão, que permite preservar a parte saudável do dente, em vez de raspar toda a estrutura para tratar uma cárie, por exemplo. Também são destaques recentes as cerâmicas e resinas de alta resistência e a impressão 3D
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