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Um estudo brasileiro avaliou um novo regime de preparação para transplantes em pacientes com 60 anos ou mais
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A abordagem inovadora é considerada menos tóxica para os idosos, aumentando as possibilidades de tratamento de leucemia mieloide aguda e síndrome mielodisplásica
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O trabalho foi apresentado por pesquisadores do Einstein Hospital Israelita durante a Reunião Anual da ASH (Sociedade Americana de Hematologia), que aconteceu em Orlando, Flórida (Estados Unidos)
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A nova estratégia usa radiação direcionada à medula óssea combinada com quimioterapia de intensidade reduzida em pacientes idosos com leucemia mieloide aguda
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Segundo Nelson Hamerschlak, coordenador do Departamento de Hematologia do Einstein, o transplante de medula óssea em idosos é de risco, pois aumenta as chances de complicações e de óbito
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Em parceria com a Case Western University, de Ohio, nos Estados Unidos, o Einstein Hospital Israelita desenvolveu uma tecnologia em que a radiação é voltada especificamente para a medula óssea, sem afetar órgãos vitais
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