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Cada vez mais presentes, as ferramentas de IA generativa têm sido usadas para uma infinidade de propósitos. O seu avanço trouxe uma nova configuração para um problema de saúde pública global: a solidão, que é especialmente preocupante quando se trata de adolescentes
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Um estudo publicado no periódico BMJ aponta que plataformas de IA como ChatGPT, Claude e Gemini têm sido cada vez mais usadas como confidentes, funcionando como um “porto seguro” emocional para muitos usuários, especialmente os jovens
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Segundo a pesquisa, um terço dos adolescentes usa IA para interação social, e um em cada dez relatou que as conversas com o chatbot são mais satisfatórias do que as com humanos
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Existe a preocupação de que eles desenvolvam uma dependência emocional e passem a ver a IA como um “amigo”. Contudo, embora pareçam conscientes, esses sistemas carecem de capacidade real de empatia, cuidado e sintonia relacional humana
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Portanto, se de um lado há uma certa democratização do cuidado em saúde mental por pessoas com dificuldade de acesso a serviços de saúde, do outro existe o potencial de agravamento do isolamento social
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O artigo do BMJ aponta que, embora a IA possa ajudar a reduzir sintomas de ansiedade e depressão em contextos controlados, seu uso pode levar a “relacionamentos quase-pessoais”, conforme escrevem os autores Susan C. Shelmerdine e Matthew M. Nour
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O impacto em longo prazo no desenvolvimento dos jovens ainda é desconhecido, mas o estudo alerta para um perigo: as IAs oferecem paciência infinita e dificilmente têm narrativas contrárias, o que pode criar uma geração que não sabe lidar com conflitos naturais de interações reais
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A recomendação para familiares e profissionais de saúde é observar se o uso da tecnologia está substituindo o contato humano a ponto de o indivíduo perder as ferramentas de convívio social. Essa pode ser a hora de buscar ajuda profissional
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