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Um estudo realizado na Índia alerta sobre o impacto na saúde ocular do tipo de conteúdo consumido no celular
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Os pesquisadores observaram que vídeos curtos e dinâmicos, populares nas redes sociais, sobrecarregam mais os olhos, provocando maior oscilação no tamanho da pupila e redução da frequência de piscadas, sinais comuns de fadiga ocular digital
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Publicada no Journal of Eye Movement Research, a pesquisa acompanhou 30 jovens adultos durante uma hora de uso contínuo do smartphone. Os pesquisadores perceberam queda significativa na taxa de piscadas durante a leitura, ao assistir a vídeos mais longos e ao consumir Reels
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Além disso, enquanto o diâmetro da pupila se manteve relativamente estável durante a leitura e os vídeos longos, nos conteúdos curtos e rápidos houve variações mais intensas
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A ideia de investigar os impactos do uso do celular na saúde ocular partiu de uma constatação cada vez mais preocupante: o smartphone deixou de ser um acessório e passou a ocupar lugar central na vida cotidiana das pessoas
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Esse uso gera diversos incômodos. Na pesquisa indiana, 60% dos participantes relataram desconforto ocular, dor no pescoço ou fadiga nas mãos, e 83% associaram o tempo excessivo de tela a ansiedade, distúrbios do sono ou exaustão mental
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Em relação aos olhos, os efeitos não são só momentâneos. No curto prazo, podem surgir ardor, lacrimejamento, visão borrada e dor de cabeça. No longo prazo, especialmente em pessoas predispostas, a redução das piscadas pode piorar quadros de olho seco e comprometer a lubrificação
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