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Cientistas da Universidade de Regensburg, na Alemanha, trouxeram recentemente uma boa notícia para quem está escrevendo sua autobiografia ou vai se submeter a um concurso público: nossas memórias aparentemente perdidas não estão destruídas, apenas temporariamente inacessíveis
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Em um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, eles explicam como criar uma “viagem mental no tempo”, ou seja, recriar mentalmente as condições originais que estavam presentes no momento em que a memória foi formada
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Para os autores, as memórias antigas, que são revividas mentalmente com a técnica de restabelecimento do contexto temporal, são tão acessíveis e fáceis de lembrar quanto aquelas que acabaram de ser registradas no cérebro
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Isso pode ser particularmente útil em processos de aprendizagem, reabilitação cognitiva e em saúde mental
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Ao reencenar mentalmente o lugar onde você estava; o que sentia, pensava ou fazia; e a ordem em que os eventos ocorreram quando a memória se formou, isso pode funcionar como uma espécie de “gatilho” para que o cérebro consiga restaurar os acessos apagados pelo tempo
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Usando o mito grego de Sísifo — que rolava continuamente uma pedra montanha acima, só para vê-la rolar de volta —, o estudo diz que “ciclos recorrentes de rejuvenescimento podem, portanto, ser essenciais para manter a capacidade de recuperação das memórias por períodos mais longos”
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