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Um estudo sobre risco cibernético no Brasil mostrou que quase metade dos ataques hackers começa por falhas básicas, como configurações inadequadas, vulnerabilidades conhecidas e problemas de identidade digital
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A pesquisa aponta que, mesmo com avanços em tecnologia de segurança, a probabilidade de invasões bem-sucedidas aumentou nos últimos anos
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Segundo o levantamento, mais de 70% dos ataques utilizam falhas simples ou credenciais válidas obtidas por meios como phishing e engenharia social
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O estudo também revelou que muitas empresas ainda não utilizam autenticação multifator, mantêm senhas fracas e possuem ambientes vulneráveis em nuvem e VPNs
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Setores como serviços, tecnologia, saúde e financeiro aparecem entre os mais expostos devido à alta dependência digital e à complexidade operacional
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Especialistas alertam que o maior problema não é apenas prevenir invasões, mas a dificuldade das empresas em reagir e manter operações funcionando após um ataque
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