Brasil fica fora do "grupo de elite" de IA no mundo; veja países líderes

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O Brasil ficou de fora do "grupo de elite" de países com prontidão para a inteligência artificial, em um dos rankings internacionais mais importantes sobre o tema no mundo

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O Government AI Readiness Index, elaborado pela Oxford Insights, avalia anualmente a capacidade dos países de implementar, desenvolver e governar tecnologias de IA. Na edição mais recente divulgada nesta semana, o Brasil aparece na 22ª posição global, logo atrás de Estônia e Áustria

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O levantamento considera dezenas de indicadores relacionados à estratégia governamental, ambiente de inovação, disponibilidade de talentos, infraestrutura digital, conectividade e acesso a dados

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Entre os líderes da "elite" da inteligência artificial no mundo estão Estados Unidos, Singapura, Reino Unido, França e Canadá, países que concentram alguns dos principais laboratórios, centros de pesquisa, investimentos e empresas responsáveis pelos avanços mais recentes em inteligência artificial

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Coreia do Sul, Alemanha, Austrália e Noruega também estão bem colocadas no ranking, logo abaixo dos países que o lideram

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Os dados da consultoria independente Oxford Insights, que integra o ecossistema intelectual da Universidade Oxford, mostram que o Brasil ocupa uma posição intermediária no cenário global

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Com pontuação geral de 69,55, o país supera com folga a média latino-americana (35,20), mas permanece distante dos Estados Unidos (88,36), líder do ranking

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O Brasil apresenta resultados robustos em indicadores ligados à formulação de políticas públicas, digitalização do governo e conformidade regulatória. Ao mesmo tempo, registra desempenho inferior em áreas consideradas decisivas para a próxima fase da inteligência artificial

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Empresários do mercado de inteligência artificial no Brasil afirmam que problemas na regulação atual podem ser um problema, mas que o país tem um caminho muito importante para explorar no setor

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