Copa do Mundo a milissegundos de distância, mas nem sempre foi assim

Divulgação/Nike

Para sentir a emoção da arquibancada vibrando ao fundo enquanto o atacante supera a defesa e manda a bola para o gol, era preciso que ondas eletromagnéticas percorressem milhares de quilômetros até transformar a jogada em imagem nas telas de TV

José Cruz/Agência Brasil

Hoje, pensar na cobertura de uma Copa do Mundo é falar de velocidade: um universo digital que opera em ritmos impensáveis para as tecnologias de comunicação de décadas atrás.

Valter Campanato/Agência Brasil

O 5G chegou ao Brasil em 2022 e passou a oferecer velocidades médias superiores a 200 Mbps, podendo ser milhares de vezes mais rápido do que a internet discada dos anos 1990. Se comparada às tecnologias, ele é 10 vezes mais rápido que o antecessor 4G

Magnific

Em 2002, quando a Seleção Brasileira venceu a Alemanha por 2 a 0 e conquistou o pentacampeonato mundial, a internet no Brasil passava por transição. Foi quando experimentamos na navegação online

Alex Livesey/Getty Images

Passamos dos 0,056 Mbps da internet discada para conexões ADSL (internet de alta velocidade pela mesma rede de fios de cobre usada pelo telefone fixo) que podiam atingir até 10 Mbps, sendo 180 vezes mais rápida que a tecnologia anterior

katemangostar/Magnific

Nem TV, nem internet A Copa de 1970, no México, foi um marco tecnológico e tanto para as transmissões do campeonato para os brasileiros. Foi a primeira vez que os torcedores puderam assistir a uma Copa do Mundo ao vivo, graças ao uso de satélites de telecomunicações

Heidtmann/picture alliance via Getty Images

Luiz Fernando Magliocca, pesquisador e professor de rádio e TV, lembra de situações inusitadas quando os jogos eram em campo brasileiro. “Às vezes, durante as transmissões esportivas no rádio, havia interferências e até linhas cruzadas no meio da transmissão”

Syndication International/Mirrorpix via Getty Images

Hoje, a combinação entre fibra óptica e redes 5G permite acompanhar os jogos em alta definição, com baixa latência, acesso simultâneo a múltiplas telas e velocidades de navegação que variam de 300 Mbps a 500 Mbps, podendo chegar a 1 Gbps em algumas localidades

Anna Bizon/Freepik