De inovações polêmicas ao futuro da indústria: o impacto da IA na moda

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A Inteligência Artificial (IA) já se consolidou como um dos pilares científicos do século 21, deixando de ser apenas uma promessa tecnológica para se tornar uma realidade onipresente

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A implementação, no entanto, está longe de ser consensual. O uso da IA desperta debates acalorados e apreensão, atingindo desde os profissionais que compõem a cadeia produtiva até o consumidor final

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Recentemente, a tensão atingiu o ápice com a Zara, do grupo Inditex. A gigante do fast-fashion, tornou-se o centro de uma nova polêmica em dezembro de 2025, quando tornou público o uso de IA para o "reaproveitamento digital" de modelos

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Embora as modelos envolvidas recebam seus cachês, o caso acendeu um alerta sobre a chamada "demissão invisível". Afinal, se o ensaio físico é descartado, os profissionais perdem seus postos de trabalho, uma vez que não recebem royalties pelas imagens geradas artificialmente

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Além do impacto financeiro, há ainda uma grande preocupação com a estética: críticos apontam que a padronização excessiva da IA resulta em imagens artificiais e "sem alma"

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A Zara, contudo, não está sozinha nessa transição. Gigantes como a H&M — recém-chegada ao mercado brasileiro — já anunciaram o desenvolvimento de "gêmeos digitais" para suas campanhas

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Karin Hellen Froehlich, generalista em marketing de moda, ressalta que a falta de regulamentação é o "grande X" da questão. "O ponto crucial é: como trabalhar a ética e a governança sem abrir mão do humano?"

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Karin acredita em uma coexistência: "Eu não vejo uma substituição, eu vejo uma coexistência. O feito à mão será muito valorizado, as interações humanas serão muito valorizadas"

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