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Durante as ofensivas contra o Irã, os Estados Unidos empregaram maciçamente drones autônomos e sistemas de inteligência artificial para mapear, priorizar e atacar alvos no território iraniano
Atta Kenare/AFP
Essa digitalização do campo de batalha garantiu uma vantagem tática brutal, acelerando o planejamento de bombardeios que antes levavam dias para serem executados de forma analógica
Fatemeh Bahrami/Anadolu via Getty Images
No entanto, a extrema velocidade do processamento de dados levantou questionamentos sobre a permanência efetiva do controle humano nessas missões letais
Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
De acordo com Pedro Teberga, especialista em negócios digitais, o debate público está focado no ponto errado: "O problema não é a tecnologia, é o tempo que se leva para a tomada de decisão acontecer"
REUTERS
A narrativa oficial das forças armadas sustenta que sempre haverá um operador humano treinado para autorizar o disparo final. Contudo, a prática revela uma dinâmica muito mais automatizada
Stringer/Getty Images
Segundo o especialista, quando um sistema identifica um alvo em frações de segundo, o operador humano possui uma janela de apenas três ou quatro segundos para decidir sobre o ataque
Fatemeh Bahrami/Anadolu via Getty Images