Divulgação/DroidUP
A startup DroidUP apresentou em Xangai a Moya, uma robô humanoide para o setor de serviços que se destaca por possuir pele quente e feições extremamente realistas
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Com temperatura corporal entre 32°C e 36°C, a máquina busca mimetizar o calor humano para criar uma conexão mais profunda com os usuários
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Equipada com sensores avançados e a plataforma Walker 3, a robô é capaz de desviar de obstáculos e simular expressões faciais de alegria, tristeza e raiva
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No entanto, especialistas alertam para o caráter "distópico" da invenção, argumentando que a pele quente remove um dos últimos sinais físicos que distinguem máquinas de humanos
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A recepção do público reflete o conceito do "Vale da Estranheza", onde a semelhança excessiva causa repulsa e desconfiança em vez de empatia
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Com lançamento previsto para 2026 e custo aproximado de R$ 880 mil, a Moya atuará em locais como bancos e museus, testando os limites da aceitação social para robôs biônicos
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