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O governo federal aumentou de 14 para 16 anos a classificação indicativa do YouTube após identificar conteúdos considerados inadequados para menores
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A nova classificação exige que a plataforma exiba avisos visíveis sobre temas como violência extrema, drogas, conteúdo sexual e linguagem imprópria
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Segundo o Ministério da Justiça, a medida é apenas informativa e não representa censura ou remoção de vídeos
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A decisão faz parte do chamado “ECA Digital”, iniciativa voltada à proteção de crianças e adolescentes no ambiente online
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Outras redes sociais também tiveram suas classificações revisadas, incluindo TikTok, Kwai, Pinterest e LinkedIn
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O governo afirma que a mudança busca alertar pais e responsáveis sobre os riscos de conteúdos sensíveis e dos sistemas de recomendação das plataformas digitais
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