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A Copa do Mundo de 2026 deve ampliar um movimento que já vinha ganhando espaço no futebol: o uso da inteligência artificial (IA) como ferramenta de apoio dentro e fora de campo
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Mais do que um elemento de transmissão ou simplesmente curiosidade tecnológica, a tendência é que a IA participe de decisões de arbitragem, do acompanhamento físico dos atletas e da leitura tática das partidas
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Assim, o torneio deve ser marcado por uma rede de sensores, câmeras e sistemas de análise capazes de processar informações em tempo real
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A promessa é tornar o jogo mais preciso em lances decisivos e mais orientado por dados
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Na Copa de 2026, a inteligência artificial deve atuar a partir da integração de diferentes tecnologias
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Por exemplo, dados gerados pela bola, por câmeras espalhadas pelos estádios e por sensores ligados aos jogadores serão combinados para interpretar posicionamentos e padrões de jogo em poucos segundos
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Ainda assim, a tecnologia não elimina por completo a interpretação humana, que continua sendo necessária em parte das decisões
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“Hoje, o principal ganho da IA no futebol não é eliminar o erro humano, mas reduzir o tempo e a falta de clareza nas decisões. O erro não desaparece, ele migra do árbitro para o sistema. A transparência é onde o avanço fica mais perceptível”, explica o professor da Faculdade Einstein e especialista em negócios digitais Pedro Teberga
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