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Instalados no Brasil no fim do século XVIII, os postes de iluminação pública devem passar por uma transformação que vai além da função de iluminar ruas
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Especialistas apontam que eles tendem a se tornar parte central da infraestrutura digital das cidades, integrando sensores, conectividade e processamento de dados
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Segundo Eduardo Fagundes, da nMentors Engenharia, o foco deixa de ser apenas “luz disponível” e passa a envolver capacidade operacional urbana, com impactos na segurança, mobilidade e gestão climática
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A proposta inclui o uso dos postes como suporte para pequenos data centers e dispositivos da internet das coisas, reduzindo o tempo de resposta dos sistemas
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Para garantir funcionamento contínuo, será necessário investir em energia de reserva e arquitetura capaz de operar mesmo com falhas elétricas
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Uma Emenda Constitucional aprovada em 2023 permite que municípios usem recursos da iluminação pública para financiar essas tecnologias, impulsionando o modelo de cidades inteligentes
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