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O avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa trouxe à tona um comportamento curioso entre os usuários em 2026: a tendência de tratar os modelos de linguagem com a mesma polidez dedicada a colegas de trabalho
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Expressões educadas, como “por favor” e “obrigado”, tornaram-se comuns ao interagir com sistemas, mas surge a dúvida: elas realmente melhoram as respostas ou apenas refletem nossa tendência de humanizar a tecnologia?
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A verdade é que a IA não possui sentimentos e, portanto, não é motivada pela gentileza
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Contudo, a forma como formulamos esses pedidos pode alterar o resultado final por razões puramente técnicas, já que o que está em jogo é a clareza informacional e a redução de ambiguidades
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O consenso entre especialistas é que o que realmente muda o resultado de um comando é a precisão dos detalhes
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Isac Costa, diretor do Instituto Brasileiro de Tecnologia e Inovação (IBIT), defende que o ganho atribuído à educação é, na verdade, um ganho de qualidade na formulação do pensamento
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