Startup paga R$ 600 por hora para humanos treinarem IA; como isso funciona?

Pexels

A inteligência artificial já impacta de forma concreta o mercado de trabalho, criando um novo modelo profissional baseado em projetos, especialização e flexibilidade

Pexels

Pesquisa recente realizada pelo WEF (Fórum Econômico Mundial) indica que a IA, apesar do temor quanto à obsolescência de empregos tradicionais, deve criar 170 milhões de novas funções nos próximos anos, resultando em um aumento líquido de 78 milhões de cargos até 2030

Pexels

A exemplo da plataforma Vetto AI, que conecta especialistas de projetos de inteligência artificial, com remunerações que podem chegar a R$600 por hora, conforme a complexidade das atividades

Pexels

A empresa atua na camada de pós-treinamento e avaliação crítica de modelos, onde os especialistas participam de desafios reais, como revisão e avaliação de prompts, identificação de falhas, testes adversariais, análise de cenários complexos e validação técnica de respostas geradas por sistemas avançados

Pexels

O especialista em Inteligência Artificial e Machine Learning, Diego Nogare, discorre sobre duas diferentes técnicas que usam a capacidade humana para roteirizar mecanismos de IA: o Ground Truth e o Crowd Sourcing

Pexels

O Ground Truth, segundo o especialista, é uma atividade de rotulagem humana, que opera como uma peça importante para o aprendizado supervisionado (técnica de Machine Learning onde o treino do modelo conhece a resposta variável previamente)

Pexels

Já o Crowd Sourcing se define como uma técnica aplicada à rotulagem de dados e funciona como um orquestrador do processamento distribuído. Nesta modalidade, a tarefa de anotação é fragmentada, paralelizada e realizada entre várias pessoas (ou grupo de pessoas) espalhados pelo mundo

Pexels

  Pexels

leia mais em