Como Budapeste reinventou prédios abandonados e criou os ruin bars

Andrea Imre/Pexels

Por trás de algumas fachadas desgastadas de Budapeste, a cidade nos revela espaços boêmios dedicados à arte, à convivência e aos goles. São os ruin bars, que, em vez de esconder as marcas do tempo, transformam a deterioração em parte de sua identidade

kirpiklipencere/Pexels

Para quem gosta de descobrir a alma de um destino por meio de seus bares, ou simplesmente busca programas fora do óbvio, os bares em ruínas são uma das experiências mais autênticas de Budapeste. Frequentados tanto por moradores quanto por viajantes, tornaram-se símbolos da vida noturna da cidade

Talha Kılıç/Pexels

Os ruin bars não são de hoje: o movimento ganhou força no início dos anos 2000, quando antigos edifícios do pré-guerra e pátios abandonados do histórico Bairro Judeu passaram a ser ocupados por jovens empreendedores

Reprodução/@szimplakert/Instagram

Em vez de restaurar os imóveis, eles preservaram sua aparência original e transformaram a decadência em linguagem estética, combinando paredes descascadas, grafites, luzes, móveis garimpados e objetos vintage, muitos de segunda mão e até reciclados

Neon Joi/Pexels

Embora hoje façam parte da paisagem urbana de diversas cidades europeias, Budapeste foi pioneira ao ocupar edifícios históricos dessa maneira. Criativos, despretensiosos e acessíveis, os ruin bars nos envolvem em uma atmosfera underground e nos lembram de que Budapeste preserva um admirável espírito de reinvenção

Yuri Elizegi/Pexels

Além dos ruin bars, outro endereço que considero imperdível é o New York Café, apontado como um dos cafés mais bonitos do mundo. Inaugurado em 1894, é um dos grandes símbolos de Budapeste

CNN Viagem e Gastronomia

Ao anoitecer, vale reservar um passeio de barco pelo Danúbio. Das águas, é possível admirar as margens históricas e ver o Parlamento iluminado

K/Pexels

leia mais em

 Dagmara Dombrovska/Pexels