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Se voltarmos alguns séculos na história, beber em público não tinha nada do glamour que hoje associamos a sentar em um balcão e pedir um coquetel
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Até o século XVIII, o que se bebia era, na maioria das vezes, álcool de qualidade bem ruim. Destilados extremamente rústicos, vinhos instáveis e de conservação precária. Os lugares onde se bebia acompanhavam esse mesmo padrão
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A grande virada da coquetelaria começa a acontecer entre o fim do século XVIII e o início do século XIX. A qualidade do que se bebe melhora muito. Ao mesmo tempo, surgem os grandes hotéis dos Estados Unidos e da Europa
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Esses hotéis tinham acesso aos melhores produtos da época, mas, mais importante do que isso, criaram ambientes até então presentes apenas para grupos ainda mais seletos e em ocasiões especiais
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É aí que o bar de hotel muda a história da coquetelaria. Isso porque ele passa a criar a ocasião. Você não vai ao bar do hotel para se embriagar. Vai para sentar, conversar, observar, ser servido, passar o tempo e fazer negócio
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Hoje, quando olhamos para a principal lista da coquetelaria mundial, o The World’s 50 Best Bars, um dado chama a atenção: sete dos 50 melhores bares do mundo funcionam dentro de hotéis
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