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O Ovo de Páscoa é um símbolo da data festiva e religiosa do Cristianismo, que encerra a Quaresma da crença, um período de jejum para os cristãos, e marca a crucificação, morte e ressurreição de Jesus Cristo
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Apesar de ser uma data religiosa, influências pagãs, ou seja, de grupos que praticavam religiões politeístas, tiveram um papel para tornar o símbolo em uma tradição da época
O ovo era um atributo tradicional antigo, anterior ao Cristianismo, “que representava a fertilidade para diferentes povos” pagãos, segundo a pesquisa “Ovos de Páscoa: uma prática com modelagem matemática”
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Essa importância podia ser observada em outras populações, como os persas, que pintavam ovos em comemoração ao Nowruz, o Ano Novo deles, considerado um período de renovação
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Séculos antes do nascimento de Cristo, a troca de ovos era comum no dia 21 de março, no Equinócio da Primavera no Hemisfério Norte, que marcava o fim do inverno e o início da nova estação
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Como, historicamente, a Páscoa pode acontecer entre os dias 22 de março e 25 de abril, logo após o equinócio, o Cristianismo considerou o ovo de Páscoa um símbolo da ressurreição de Cristo
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O chocolate, considerado ingrediente sagrado para as civilizações dos Maias e Astecas, só entrou para o cardápio entre os séculos 19 e 20
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O movimento começou na Europa e marcou tanto a inovação culinária quanto a adaptação da celebração
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A vinda dos ovos de Páscoa ao Brasil foi mais demorada do que em outras nações: chegando só no século 20, após a Lei Áurea, que aboliu a escravidão no Brasil, em 1888