Da capital Sófia a Plovdiv: conheça a Bulgária, novo país da zona do euro

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Com raízes nas civilizações mais antigas da Europa e recém-integrada à zona do euro, a Bulgária é um dos destinos mais interessantes e subestimados da Europa. No extremo nordeste da Península Balcânica, banhado pelo Mar Negro e marcado pelo curso do rio Danúbio, o país guarda riquezas culturais e naturais

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Lar para 6,4 milhões de habitantes, faz fronteira com Romênia, Turquia, Grécia, Macedônia do Norte e Sérvia, uma encruzilhada de mundos que moldou sua identidade ao longo de mais de 13 séculos

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Tantos capítulos de história podem ser vistos e sentidos pelas ruas da capital Sófia ou em Plovdiv, uma das cidades continuamente habitadas mais antigas da Europa. Desenhada pela agência brasileira Latitudes, pioneira ao realizar viagens de conhecimento, a travessia revela uma Europa distante dos cartões-postais mais óbvios

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Pouco maior que os estados de Pernambuco e de Santa Catarina, a Bulgária é o país mais recente a adotar o euro como moeda, mudança que entrou em vigor em janeiro deste ano. Dois anos atrás foi a vez de entrar no espaço Schengen, mudanças que simplificam nossa viagem ao país

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Reconhecida como uma Cidade Criativa do Cinema pela Unesco em 2014 e eleita a Capital Europeia do Esporte em 2018, Sófia sintetiza a travessia entre vários mundos. No centro, o antigo palácio real em estilo neoclássico, hoje um museu de arte, divide espaço com edifícios de influência soviética, largas avenidas e enormes construções comunistas

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Nos arredores de Sófia, outro símbolo ajuda a compreender a força da espiritualidade búlgara. A cerca de 1h30 da capital, o Mosteiro de Rila é cercado por montanhas e florestas, uma paisagem que parece saída de uma ilustração medieval

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Plovdiv é a segunda maior cidade da Bulgária e uma das mais antigas de toda a Europa. Há registros de assentamentos humanos na região há cerca de 6 mil anos, apesar de alguns sítios arqueológicos apontarem ocupações ainda mais antigas

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Interessante notar que Plovdiv tem uma atmosfera diferente do restante dos Bálcãs. As famosas casas simétricas do século XIX, construídas durante o Renascimento Nacional Búlgaro, criam um ambiente quase cenográfico

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