Lina: pasta, brasa e ousadia no restaurante de Bia Limoni e Felipe Bronze

Instagram/Lina

Em um bairro como o Itaim, onde restaurantes surgem com uma frequência quase semanal, seria fácil imaginar que o Lina fosse apenas mais um endereço bonito, daqueles que nascem prontos para o Instagram. Só que não

Divulgação/Thays Bittar

Sim, a casa é linda. Mas o que realmente faz o Lina chamar atenção é outra coisa. São, de fato, os pratos. Ufa, alívio para quem não aguenta mais só mais um endereço bonito em São Paulo

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A cozinha nasce do encontro entre Bia Limoni e Felipe Bronze. A pasta, território de Bia, divide protagonismo com o fogo, assinatura de Bronze

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O cardápio parte da tradição italiana, mas não se sente obrigado a respeitá-la ao pé da letra. Um carpaccio tonnato chega à mesa coberto por rúcula, alcaparras e muito queijo Tulha ralado

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Se a ideia for ousar nas entradas, o Foie Gras cioccolato é uma boa pedida. Inspirado em um prato que Felipe Bronze provou na Espanha, combina massa com toque de chocolate branco, recheio de queijo Tulha e finalização de foie gras

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As massas, claro, são o coração da casa. Todas produzidas ali, chegam com textura delicada e sabores que mostram repertório mundial. O rigatoni com bottarga, dashi e daikon mistura Itália e Japão com naturalidade

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